Antes da “febre” do Labrador eu já me encantava muito com a raça, e depois de muitos anos sem ter cachorro devido a um trauma de infância, sonhava em ter uma Labrador chocolate. Muito tempo antes de começar a procurar por filhotes, ela já tinha um nome Capitu, em homenagem ao escritor Machado de Assis.

Ainda não muito envolvida com a cinofilia, bastante jovem e ainda leiga no assunto, acabei me apaixonando por uma filhota chocolate que estava à venda em uma feira próximo da minha casa. Convenci meus pais e então eles me deram a minha Capitu de presente. Não fiz qualquer tipo de questionamento sobre displasia, não vi os pais, enfim, um tipo de compra que não se deve fazer!!

Fiz uma porção de planos com a Capitu, fiz curso de adestramento, de agility, comprei vários livros, fui assistir a várias exposições, fui conhecendo gente, estudando, me informando. Sem dúvida a Capitu foi a maior incentivadora de tudo que eu estudo sobre cinofilia até hoje.

Capitu praticou agility, teve bons resultados, me ensinou a gostar e me envolver tanto com o agility. Mas Capitu tem um problema hormonal (hipotireoidismo) e já não pratica mais o esporte.

É uma companheira e tanto. Sempre alegre, sempre disposta a agradar. Excelente cão-terapeuta (em TAA – Terapia Assistida por Animais).

Adora nadar, porém tem medo de altura e prefere os lagos às piscinas. Ainda é ativa, apesar da idade e se dá bem com tudo mundo (incluindo pessoas e outros cães).

É castrada e é uma excelente companhia (“pet”).

Sem dúvida devo muito a essa cachorra!!